Tentação além do que se pode explicar
Entrando em uma garagem que não é a minha, me viro para o lado e seus olhos com uma chama neles roubam a atenção dos meus, não quero ficar mais um minuto sequer nesse carro.
Ela sobe as escadas e a sigo em direção àquela porta discreta, o jeito que olha pra trás me deixando mais excitado e ansioso, mas não é uma ansiedade ruim. Seus olhos são uma das coisas em ti que mais gosto, é como se tivessem vida própria e fazem questão de não esconder como se sente, e agora o jeito que eles me instigam é coisa de outro mundo. Antes de se dirigir ao banheiro, se aproxima de mim dando beijos leves do meu pescoço à minha boca, e suas mãos, tão marotas, viajam de meu rosto até pouco abaixo do umbigo, parando no botão da calça. Essa mulher, ela sabe virar meu mundo de cabeça para baixo.
Aguardo inquieto ela sair do banheiro, mas antes a escuto pedindo para apagar as luzes antes de ela aparecer, me deixando ainda mais na expectativa por causa de seu pedido. Faço como me pede e logo me sento na cama de frente para a porta que tanto espero ser aberta. Mas logo, e finalmente, na escuridão quase que total, consigo observar uma silhueta sutil com curvas discretas e belas, e então uma pequena e suave luz acende na direção de meu peito. A música dando o ritmo da dança da pequena luz que passeia sobre meu torso, e desce até a altura de meu quadril. Uma mão delicada caminha de meu joelho até onde a luz se encontra, e é guiada por ela erguendo minha camisa que logo ajudo a tirá-la. Suas pernas envolvendo a minha e se mexendo com calma e sensualidade deixam meu pau cada vez mais duro, o calor que desce até ele cada vez mais forte e quase tomando total controle de minhas ações. Mas é só eu me inclinar para tentar beijar seu corpo semi nu e escondido no escuro desse quarto que sua mão com cuidado me para e me faz sentar novamente.
"Tire a calça, mas só ela" ordena com uma risada discreta e cheia de malícia. Não sei se ela é uma feiticeira, só sei que tudo o que me disser agora vai ser como um feitiço me fazendo obedecer a qualquer ordem sua sem questionar. Sinto o calor de seu corpo tomando distância do meu, a luz se apagou e novamente só restou a silhueta de seu corpo que me deixa louco de tesão, até que torna a se acender mais uma vez, dessa vez iluminando o dorso de sua mão, com seu outro braço esticado afastado de seu corpo. Começa outra música e como se ensaiado até mesmo a ordem dessa playlist, começa a iluminar pedacinho por pedacinho de seu braço, chegando até o ombro de onde desenha ameaçando mostrar-me os seios. A alça de seu sutiã não é igual nenhuma outra que já vi antes, posso notar o quanto ela se empenhou para me fazer esta surpresa. Meu pau, agora não tão apertado mais pela calça mas ainda contido pela minha cueca, lateja de vontade de se juntar à ela, mas não consigo nem mesmo reagir diante do que vejo.
A lanterna é trocada de mão e atravessa o seu braço, iluminando agora sua outra mão, de onde, subitamente, muda de direção e passa a iluminar meu corpo. Tendo checado meu estado, noto que abaixa seu tronco e a luz começa a viajar de seus pés até suas coxas, e minha nossa que coxas. Elas não são grossas do tipo que se encontram ao fechar as pernas, mas também não finas, são apenas lindas e gostosas demais de morder. Seu leve gingado acompanhando a música que está a tocar, a qual eu nem estava mais prestando atenção, me hipnotiza, seus quadris agora iluminados rebolando bem a minha frente, nem mesmo acredito que uma mulher dessas pode ser real.
A mão livre que antes passeava acompanhando a luz, agora também ameaça a tirar a calcinha de renda com detalhes em azul, um tom que nunca imaginei que poderia ser tão sexy. E num puxar levemente, seus dedos soltam a fina lateral de sua lingerie, causando um estalo que age como um isqueiro quando acende a boca de um fogão, e sinto meu corpo ardendo em desejo por ela, mesmo sem poder ver seu rosto posso sentir que está sorrindo, mas aquele sorriso de quem está gostando dos efeitos que causa em mim, um sorriso malicioso e tentador. A pequena lanterna vagando por sua barriga da qual sei que tanto se sente envergonhada por não ser chapada e perfeita igual a das famosas, mas que mesmo assim é mais gostosa que todas elas juntas, e logo vai mostrando seu busto e revelando o sutiã que cobre seu peito. Peito que mesmo sendo um pouco pequeno, é lindo e delicioso de se chupar, principalmente sabendo como reage quando dou atenção a eles, mas então sua mão que antes seduzia acariciando seu belo corpo agora conduz essa luz às suas costas.
Sem revelar nada antes da hora, começa a chamar a atenção para seus ombros, e mostra os traços esculpidos de seu corpo até chegar nessa bunda tão gostosa, uma bunda que não consigo não dar tapas, e que você adora receber. A calcinha que antes deixava a imaginar a sua frente, agora se esconde entre cada nádega, deixando apenas detalhes que me chamam para que eu tire a peça com a boca. A cada requebrada dia é uma pulsada forte que chega em minha rola, que pira quando sobe a luz até o fecho de seu sutiã com detalhes como o de sua calcinha, enquanto uma mão o abre e o lança para mim. Seu cheiro nessa única peça de roupa é viciante, enquanto a observo se virar novamente com um braço cobrindo seu belo par, sempre me deixando com mais vontade. Devagar vai revelando um após o outro, brincando com o bico já tão eriçado. Mas é aí que mais uma vez sua mão é iluminada me chamando.
Como se tomado por algo mais forte que qualquer coisa que conheça, meu corpo vai de encontro ao dela e logo já a ergo em meus braços, suas pernas me abraçando e o tecido molhado de sua calcinha tocando minha pele, nem mesmo noto a lanterna cair no chão. Seu beijo faminto e provocativo enquanto sua buceta molhada roça no meu pau por cima das roupas de baixo, a coloco na cama como se fosse a última transa da minha vida e logo me livrando dessa calcinha que por mais que seja bonita, prefiro seu corpo totalmente nu. Com pressa encontro o painel para acender as luzes mais fracas, e me torno admirando o que vejo. Lhe beijo o pescoço, minhas mãos a sentindo como se estivessem conhecendo pela primeira vez, e com suas pernas envoltas em minha cintura novamente acaricio sua bunda a preparando para o tapa que quero tanto dar desde que saí do carro, e assim que minha mão vai de encontro a ela, um gemido escapa seus lábios, descendo pelo seu corpo, seus olhos fechados, chupo seus peitos, dando leves mordidas por onde passo em direção a sua vagina.
Minha língua passa em seu corpo como se desenhasse nele, chegando em suas pernas provoco entre suas coxas, mordidas que lhe deixam arrepiada, sinto esse monumento que és estremecer em minhas mãos, não consigo mais esperar e logo vou colocando meu rosto em seu sexo. Suas pernas abraçando meu rosto enquanto minha língua brinca com seu pontinho tão sensível que já se encontra inchado. Começo com movimentos circulares e massageio seu seio, dando atenção aos mamilos e os apertando com cuidado entre os dedos. Olhá-la se contorcer deveria ser considerado a primeira maravilha do mundo, sua pele negra como o céu da noite porém mais bela, chupo seu clitóris e observo suas costas se arcarem, seus gemidos cada vez mais altos, suas caras, tudo isso me enlouquece. Minha língua então adentra sua cavidade como se a beijasse, e uma mão passando a estimular seu ponto. Ouço a respiração ficando cada vez mais ofegante, e meu pênis ainda rígido que tanto espera a vez dele de entrar nesse templo, finalmente tem sua vez.
Roço-o em sua intimidade, até começar a colocar apenas a cabecinha rosada na sua buceta. O rebolar de seu quadril tentando acolher mais meu membro junto de sua voz rouca pedindo para te foder, não tem como ter auto controle assim. Enfio primeiramente até o fundo, sentindo cada centímetro de seu interior enquanto seu gemido se intensifica. Passo a fazer movimentos de vai e vem, aumentando o ritmo aos poucos, deslizando por essa buceta molhada e deliciosa. segurando suas pernas viro seu quadril um pouco de lado, tendo uma visão dessa bunda perfeita. Aperto-a e coloco um dedo dentro dela. Seu corpo responde com pequenos espasmos em uma perna, e o seu gemido mais alto e agudo me mostram que você tá quase lá. Meto com mais força e retirando minha mão de seu ânus, bato em seu glúteo, uma, duas, três... diversas vezes, deixando a marca de meus dedos bem definida. Acaricio a pele agora sensível, e torno a estimular sua bunda novamente. Meu pau indo até o fundo, controlando pra não gozar antes, até que seu rosto, sua voz, e principalmente a sua buceta reagem da forma que eu tanto queria. Ela gozou.
Passo a colocar a minha rola mais devagar, ela ainda rebolando nela, minha mão acariciando seu corpo. Ela me indica para que sente na cama, e sigo seu pedido. Se ajoelhado na minha frente, ela começa a massagear vagarosamente, dando beijos na cabeça do meu pau, começando a bater uma pra mim. Sua boca dando atenção só pra glande enquanto me olha e sua mão estimula minha extremidade, e então passando para as bolas. Abocanhando minha rola e chupando devagar, molhando ela bem de início, para então chupar mais e mais. Sentir a sua língua recebendo meu pau e o céu da boca sendo empurrado pela cabecinha, tudo enquanto ela me dá umas olhadas e acaricia meu corpo, meu saco, e me enforca, é de fazer qualquer um ir pro céu e voltar inúmeras vezes sem nunca perder a graça. Ela tira a boca do membro e desliza os lábios por sua lateral parando pela metade, e ao abrí-la novamente seus dentes abraçam-no cuidadosamente. Sua mão em meu pescoço enquanto me olha e volta a me chupar me deixam tão excitado que posso dizer que ele já alcançou seu máximo de rigidez. Com carinha de santa lambendo meu sexo, logo o coloca na boca novamente e dessa vez por inteiro, fazendo-o alcançar sua garganta. Sem conseguir evitar a seguro pelo cabelo mas sem forçar a ficar assim, e acompanho seu ritmo enquanto se delícia com meu pênis colocando ele o mais fundo possível por diversas vezes. Como se tivesse vida própria meu quadril se projeta pra frente enfiando o pau por entre seus lábios, os dois na mesma frequência, me fazendo chegar bem próximo ao ápice do prazer e digo "tô quase gozando, fica de quatro".
Subindo na cama e ficando em quatro apoios, com cara de safada, pede pra gozar no cuzinho. Ouvindo isso não penso duas vezes, pego o lubrificante do criado mudo ao lado, aplico um pouco do produto na entrada e a estimulo, enquanto a outra mão espalha mais um pouco pelo pau. Com calma começo a colocar a cabecinha em seu ânus, e então envolvendo meus braços em seu corpo a puxo para perto de mim, ficando os dois ajoelhados e meu pau entrando completamente. Começo a comer seu cu, uma mão em seu peito a segurando e a outra em sua buceta estimulando seu clitóris. Com o pau entrando diversas vezes em seu orifício e sendo masturbada ao mesmo tempo, novamente me dedico em dar prazer a ela que geme tanto repetindo meu nome. "Eu... vou... Eu vou gozar!" ela avisa com dificuldade, meto com mais intensidade acompanhando o que seu corpo me diz, e quando ele começa a estremecer as pernas e se arrepiar, já não posso mais segurar. Meu pau pulsa em seu interior e seguro mais perto de mim, até que ambos desabam no colchão, após chegarem ao clímax ao mesmo tempo. Olhares trocados, os dois começam a rir, relaxados, recuperando o fôlego depois de um sexo intenso.
Agora deitada em meu peito, fecho os olhos e me perco passando meus dedos delicadamente por seus cachos. O silêncio, a não ser pelo som de nossa respiração, é aconchegante, não há tensão, e é com alguém assim que se deve estar, alguém que até mesmo o silêncio é gostoso de se aproveitar. Fico tão relaxado com ela, que nem mesmo percebo que caí no sono junto dela.

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